O preço futuro do boi gordo caiu para os contratos com vencimento em 2026 e subiu para os vencimentos nos primeiros meses de 2027.
O contrato para vencimento em outubro voltou a cair em setembro (14), cotado a R$375,5 por arroba (B3, valor de ajuste). Aliás, os contratos que vencem em novembro e dezembro também foram pressionados no dia.
O contrato para vencimento em outubro de 2026 caiu quase R$2,0 por arroba frente ao pregão anterior, de setembro (11). O contrato para novembro caiu R$1,6 por arroba e o de dezembro apenas R$0,9 por arroba.
Vale lembrar que o contrato para outubro de 2026 alcançou a máxima em setembro (9), cotado a R$381,2 por arroba. Desde a máxima, o preço esperado do boi gordo para o vencimento caiu R45,7 por arroba.
Por outro lado, os vencimentos de janeiro e fevereiro d 2027 subiram em setembro (14), cotados a R$385,7 e R$384,2 por arroba, nessa ordem.
Isso mostra que apesar da oscilação negativa especialmente para os contratos mais próximos do vencimento, a perspectiva segue otimista e os valores esperados da arroba negociados na B3 precificando forte valorização em relação ao físico (Datagro), como mostram os dados da Figura abaixo.
No mercado físico, a referência da B3 permanece em alta, acima de R$350,0 por arroba, como mostram os dados da Figura abaixo. No entanto, a recuperação segue modesta até o momento.
A Figura apresenta os dados do preço do boi gordo (Datagro) e dos contratos futuros em aberto na B3 (valor de ajuste), entre setembro de 2026 e março de 2027, em Reais por arroba, em setembro (14).

O preço futuro do boi gordo para 2026, embora mais pressionado no final da primeira quinzena de setembro, segue precificando forte alta em relação ao físico.
O preço da arroba na B3 segue nos patamares recordes em setembro e, diante disso, surge a pergunta: é momento de travar o boi gordo?
O fato é que, com o preço do boi gordo no mercado futuro renovando a máxima, temos alertado para a oportunidade de proteção, mesmo que o cenário seja mais promissor do que o atual nos meses finais do ano. Clique aqui e saiba mais!
E mudando de assunto, o Farmnews apresentou os dados da exportação de carne bovina do Brasil na parcial até a primeira quinzena de setembro de 2026.
Vale lembrar que nos primeiros 4 dias úteis de setembro de 2026, a média diária de embarque de carne bovina in natura do Brasil foi de 10,14 mil toneladas métricas, valor quase 30,0% abaixo da média diária observada em setembro de 2025 (14,30 mil toneladas métricas).
E, na segunda parcial do mês os dados apresentaram nova queda, com média diária de 9,96 mil toneladas métricas.
A importação de carne bovina do Brasil pela Argentina alcançou, em agosto de 2026, o terceiro maior patamar da história, atrás apenas do valor observado nos meses de maio e junho e, muito acima dos patamares observados no mesmo período dos anos anteriores.
Saiba também que o poder de compra do boi gordo em relação ao bezerro caminha para alcançar o menor patamar para um mês de setembro, em 2026.
O poder de compra do boi gordo segue pressionado em 2026 e em setembro caminha para renovar a mínima para o período do ano, assim como aconteceu no mês anterior. Clique aqui e saiba mais!
E por falar na categoria de reposição, o preço do bezerro caminha para renovar a máxima nominal para um mês de setembro, em 2026, mas segue relativamente estável frente aos meses anteriores.
E mudando de assunto, você já parou para pensar: E se a China passar a precisar menos do agro brasileiro? Clique aqui e saiba mais!
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