O ágio do preço esperado do boi gordo para maio de 2026 subiu no final de janeiro, após queda ao longo do mês.
A perspectiva para o preço do boi gordo voltou a ficar mais otimista no final de janeiro, com o contrato para vencimento em maio de 2026, por exemplo, alcançando o maior valor desde o início de dezembro
Apesar da alta no mercado futuro, a expectativa de valorização para maio, frente ao físico (indicador Datagro), novamente se aproximou do valor observado em novembro e dezembro de 2025, ou seja, oscilando em torno de R$7,0 a R$10,0 por arroba, como mostram os dados da primeira Figura.
O preço esperado do boi gordo para maio de 2026 já alcançou patamares superiores a R$20,0 por arroba em outubro de 2025 e segue abaixo de R$10,0 por arroba no final de janeiro.
Vale destacar que a referência do mercado futuro do boi gordo no físico, o indicador Datagro, foi cotado no maior patamar de 2026 na parcial de janeiro (26), pela primeira vez no ano acima de R$321,0 por arroba (primeira Figura). Em relação ao valor que encerrou 2025, a referência do mercado futuro no físico subiu 1,0% (já que o valor final de 2025 foi de R$318,4 por arroba. Clique aqui e saiba mais!
A Figura apresenta a evolução diária da diferença entre o preço esperado do boi gordo para maio (B3, valor de ajuste) e a referência no físico (Datagro), em Reais por arroba, desde outubro de 2025.

O fato é que embora ainda abaixo dos valores já alcançados, próximo de R$340,0 por arroba em 2025, o valor do contrato para vencimento em maio se aproximou de R$330,0 por arroba (segunda Figura).
A Figura apresenta a evolução diária do preço esperado do boi gordo para maio de 2026 (B3, valor de ajuste) e o valor no físico (Datagro), em Reais por arroba, desde outubro de 2025.

O preço esperado do boi gordo para maio de 2026 voltou a se aproximar de R$330,0 por arroba no final de janeiro, patamar não alcançado desde dezembro (9).
Além da oferta mais reduzida de animais para o abate, os dados parciais da exportação de carne bovina do Brasil confirmam novo recorde de embarque e receita para um mês de janeiro, em 2026. Isso porque no acumulado até a quarta semana de janeiro (16 dias úteis) a venda de carne bovina do Brasil somou 183,78 mil toneladas métricas, acima do que foi observado em janeiro de 2025 (180,47 mil toneladas) e também superando o recorde anterior para o período do ano, de 2024 (181,69 mil toneladas). Clique aqui e confira os dados!
Apesar da recuperação no preço da arroba, o preço do bezerro segue descolado, para cima, do boi gordo em janeiro de 2026, pressionando o poder de compra do pecuarista.
A capacidade de compra de um bezerro com a venda de um boi gordo caiu para o menor valor para um mês de janeiro, em 2026 (clique aqui), resultado de um mercado de reposição mais valorizado frente ao animal pronto para o abate. Clique aqui e saiba mais do assunto!
Saiba também que a carne bovina do Brasil está cada vez mais disputada no mercado internacional e não apenas pela China, como temos destacado no Farmnews. Clique aqui e saiba mais!
E sempre é bom reforçar que o agronegócio brasileiro pode pagar a conta de decisões políticas que não controla, o que aumenta a insegurança do produtor rural! Clique aqui e saiba mais!
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