sábado, janeiro 31, 2026
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Venda de carne bovina pressionada no fim do mês. Confira preço no atacado e varejo!

Com pouco dinheiro no bolso no fim do mês, a venda de carne bovina cai no varejo.

A última semana do mês de janeiro de 2026 refletiu na venda de carne bovina, que apresentou recuo – comportamento típico para o período, em função da redução do poder de compra do consumidor.

Diferentemente das semanas anteriores, quando, mesmo com a perda de ritmo nas vendas, os preços seguiam em alta, nesta semana houve recuos, tanto no atacado quanto no varejo em São Paulo.

No atacado de carne com osso, a cotação da carcaça casada do boi capão caiu 3,3%, negociada em R$21,90/kg, enquanto a do boi inteiro recuou 1,6%, cotada em R$21,40/kg.

Para as fêmeas, a desvalorização foi de 2,4% para a carcaça da vaca, apregoada em R$20,40/kg, e de 2,1% para a da novilha, comercializada em R$20,95/kg.

No mercado atacadista de carne sem osso, a média geral apresentou queda de 0,2%.

Entre os cortes do traseiro, a média recuou 0,4%, com nove dos 16 cortes em baixa e sete em alta. O filé mignon com cordão registrou a maior variação, sendo negativa de 4,2%.

A média dos cortes do dianteiro, por outro lado, apresentou ajuste positivo de 0,5%, com quatro cortes em alta, um em queda e um sem alteração. A paleta com músculo foi o corte que apresentou maior alteração, sendo de alta de 1,4%.

No varejo, apenas São Paulo apresentou recuo na média de preços, os demais estados monitorados apresentaram alta.

Em São Paulo, a queda foi de 0,7% na média, com 13 cortes em queda, cinco em alta e três sem alteração. As maiores variações foram observadas na costela e no acém, que recuaram 4,4% e 4,0%, respectivamente.

No Paraná, apesar da maior variação ter sido de queda – de 4,3% para a paleta –, com oito cortes em alta, ante seis em queda e sete sem mudança, a média subiu 0,3%.

Em Minas Gerais, houve alta de 0,2% na média, com nove cortes em alta, oito em queda e quatro sem alteração. O destaque ficou para a maminha, que subiu 4,4%.

No Rio de Janeiro, a média subiu 0,6%, com valorização de 3,7% para a alcatra completa. Além disso, nove cortes apresentaram alta, nove permaneceram estáveis e três recuaram.

No curto prazo, o início do mês deve trazer melhora na venda de carne bovina, apesar de o recebimento do salário por parte da população ocorrer apenas mais próximo do final de semana.

Tabela 1. Preços médios dos cortes sem osso no mercado atacadista de São Paulo, em R$/kg.

venda de carne bovina

E é sempre bom reforçar que os dados parciais da exportação de carne bovina do Brasil confirmam novo recorde de embarque e receita para um mês de janeiro, em 2026. Isso porque no acumulado até a quarta semana de janeiro (16 dias úteis) a venda de carne bovina do Brasil somou 183,78 mil toneladas métricas, acima do que foi observado em janeiro de 2025 (180,47 mil toneladas) e também superando o recorde anterior para o período do ano, de 2024 (181,69 mil toneladas). Clique aqui e confira os dados!

Tabela 2. Preços médios dos cortes no mercado varejista na semana, em R$/kg.

venda de carne bovina

Veja também que o preço do boi gordo foi o destaque de valorização entre o final de janeiro e o último valor de 2025, enquanto a soja foi a que mais caiu no período. Clique aqui e confira os dados!

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