A digitalização no campo deve ser um processo gradual, acessível e, principalmente, adaptável à realidade de cada propriedade!
Se existe um momento na história do agronegócio brasileiro em que olhar para o futuro se tornou um imperativo, esse momento é agora. A revolução digital não está mais no horizonte — ela já chegou ao campo, mudando práticas, acelerando decisões e conectando a produção rural à inteligência dos dados. Foi com esse espírito que escrevi o livro Semeando o Futuro, e nos quatro primeiros capítulos, ofereço uma provocação direta: ou digitalizamos as propriedades rurais ou ficaremos à margem da nova era produtiva.
Capítulo 1 – O Brasil Rural Desconectado
Abrimos o livro com uma constatação desconfortável: boa parte do Brasil rural ainda está desconectada — não apenas em termos de internet, mas da lógica digital que rege os sistemas produtivos modernos. Mostro que, embora sejamos líderes na produção de grãos, café, carne e outras commodities, ainda engatinhamos quando o assunto é a informatização da gestão rural. Trago números, cases e um retrato cru da realidade. A mensagem é clara: precisamos vencer a exclusão digital do campo, pois sem dados e conectividade, não há competitividade.
Capítulo 2 – Desmistificando a Digitalização das Propriedades Rurais
Neste capítulo, trabalho para derrubar mitos. A digitalização no campo não é um bicho-papão, nem tampouco algo inalcançável para o pequeno ou médio produtor.
Apresento a digitalização no campo como um processo gradual, acessível e, principalmente, adaptável à realidade de cada propriedade.
O objetivo é romper o preconceito e mostrar que o “bicho de sete cabeças” pode ser domado com orientação, simplicidade e foco nos resultados.
Capítulo 3 – O Produtor Rural e sua Rotina de Decisões
Aqui mergulhamos na pele do produtor rural. A cada safra, ele toma dezenas de decisões: quando plantar, quando aplicar defensivos, qual variedade utilizar, que insumo comprar, como negociar o preço final. O problema é que boa parte dessas decisões ainda se baseia na intuição, em anotações soltas ou na memória. Ao longo do capítulo, demonstro como a digitalização pode apoiar cada uma dessas decisões com dados reais, históricos de desempenho, alertas inteligentes e ferramentas acessíveis que cabem no bolso — literalmente, via smartphone.
Capítulo 4 – A Jornada para a Informatização Começa com um Diagnóstico
Toda mudança eficaz começa com um bom diagnóstico. Nesse capítulo, apresento um modelo prático para que o produtor rural (ou seu consultor) avalie o grau de maturidade digital da propriedade. O diagnóstico aborda desde a conectividade básica, passando pelo uso de softwares de gestão, automação de processos, até a presença de sensores, drones ou plataformas de agricultura de precisão. O capítulo
é quase um “checklist” que pode ser usado como ponto de partida para qualquer iniciativa de transformação digital.
Reflexão Final
Esses quatro primeiros capítulos não são apenas informativos. Eles são um chamado à ação. O futuro do agro brasileiro não será escrito apenas com tratores mais potentes ou silos maiores. Ele será construído com dados, conectividade, inteligência artificial e, principalmente, com a coragem de mudar. E o primeiro passo é se informar.
O livro Semeando o Futuro é um convite para engenheiros agrônomos, técnicos, produtores e empresas que desejam fazer parte dessa nova fase do agronegócio brasileiro — mais inteligente, sustentável e
competitivo.
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Nos próximos capítulos, sigo explorando caminhos práticos, plataformas existentes, modelos de negócio e casos reais de propriedades que já estão colhendo os frutos da digitalização. Mas o início da jornada é esse: reconhecer o problema, entender o potencial da mudança e dar o primeiro passo com clareza e propósito.
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